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07/03/13

© August Strindberg, 1892

"De Victor Hugo a August Strindberg, houve muitos romancistas que também sentiram prazer ao entregar-se à criação de desenhos ou quadros. Strindberg, que gostava de pintar turbulentas paisagens românticas, diz no seu romance autobiográfico O Filho da Criada que pintar o tinha tornado «indescritivelmente feliz - como se tivesse acabado de tomar haxixe». Quando experimentou essa alegria de pintar pela primeira vez, tinha vinte e três anos, precisamente a mesma idade em que eu desisti de pintar. Quer ao escrever romances,  quer a pintar, o objectivo supremo deverá ser atingir essa imensa felicidade."

Orhan Pamuk, in O romancista ingénuo e o sentimental

28/10/12

os recantos mais negros

DANÇA DA MORTE de August Strindberg | Encenação de Marco Martins

“desde sempre fui movido pelo desejo intenso de explorar e encenar este clássico, que toca os aspectos mais profundos de uma relação a dois e os recantos mais negros da condição humana, marcado por múltiplos vestígios das conturbadas experiências matrimoniais do autor, que por vezes se assemelha a um estudo sobre o mal.”  Marco Martins


Man Man |  Six Demon Bag, 2006

in, Dança da Morte de August Strindberg | 
Teatro Municipal São Luiz até 17 de Novembro

26/10/12

é uma coisa séria

DANÇA DA MORTE de August Strindberg | Encenação Marco Martins | 
Com Miguel Guilherme, Isabel Abreu, Sérgio Praia 
Teatro Municipal São Luiz de 25 de Outubro a 17 de Novembro
"No outro dia li no jornal que um homem se tinha divorciado sete vezes e, consequentemente, se tinha casado também sete vezes. No final, quando já tinha noventa anos, foi a correr casar-se outra vez com a primeira mulher. É isto o amor. Nunca cheguei a perceber se a vida é uma coisa séria ou apenas uma farsa." 


 August Strindberg in, Dança da Morte