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18/08/15

© Harry Callahan


Não sei há quanto tempo isso foi nem sei mais nada sobre o que se passou depois. Nós, os mortos, não sabemos mais do que sabíamos durante a nossa existência terrena e o nosso testemunho é exactamente igual ao que diríamos se fôssemos vivos.

Teresa Veiga, in Gente melancolicamente louca

04/08/15

© Harry Callahan


Se o homem perdeu a crença na imortalidade, qual é então o valor que a substitui?, perguntou Mário. A liberdade, respondi. 


António Ramos Rosa, in Tenho dó das estrelas - Prosas seguidas de diálogos

04/11/13

Mãe, aqui estou no dia de hoje,
Batendo à tua porta, procurando a tua companhia.
Não me desconheças nem perguntes quem sou.

Augusto Frederico Schmidt 


© Harry Callahan, 1953

15/10/13

da paz e do contentamento

© Harry Callahan | Eleanor Callahan,  1948

"Aquilo a que as pessoas têm mais dificuldade em adaptar-se é, ao que parece, à paz e ao contentamento. Desde que haja algo pelo qual lutar, as pessoas são capazes de enfrentar toda a espécie de dificuldades. Se eliminarmos o objecto disputado, parecem peixes fora de água. Os que já não têm com que se preocupar, em desespero, assumem os fardos do mundo. Não o fazem por idealismo, mas para terem algo que fazer, ou pelo menos algo de que falar." 

Henry Miller, in O Big Sur e as laranjas de Jerónimo Bosch

14/10/13

© Harry Callahan | Eleanor Callahan, 1947

“He just liked to take the pictures of me. (...) In every pose. Rain or shine. And whatever I was doing. If I was doing the dishes or if I was half asleep. And he knew that I never, never said no. I was always there for him. Because I knew that Harry would only do the right thing.” Eleanor Callahan, aqui.