"Se eu pudesse dizer quantas vezes quis morrer esta noite, morrer sem salmo e sem mãe nem pai, morrer como os animais que sufocam, encurralados entre os muros, morrer como um verme pisado, sem qualquer assistência, morrer como o melro esmagado pela roda do comboio aéreo, morrer como a alma das árvores, que mandam com o vento os seus segredos para os oceanos, quando a Primavera chega..."