© F.M. | Cemitério, 2011
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23/11/12
22/11/12
hei-de passar um fio
24/10/12
eu jamais seria eu
22/10/12
o que sou
21/10/12
um dia chegou ao fim
19/10/12
observam-me #2
18/10/12
observam-me
15/10/12
vivia imerso
09/05/12
agitam-se as recordações
07/02/12
sinto tanto a tua falta
23/12/11
morreste-me
19/11/11
10/05/11
Morrer gregamente
09/05/11
06/05/11
Ela morreu
Ela morreu Como morre no Oriente a nuvem vermelha ao romper do dia,
A nuvem de beleza imensa que o sol inveja
E em glória se alevanta para roubar
A sua cor.
Ela morreu Como morre o clarão breve e fugaz da luz do Sol
Que a sombra persegue correndo veloz.
Não mais cai a chuva, a glória passou e ela morreu
Como o arco-íris.
Ela morreu Como morre a neve na praia caída à beira do mar
E a maré subindo, serena e lenta e sem piedade
E vai cobrindo sem nunca ver nem admirar
Sua brancura.
Ela morreu Como morre a voz da harpa que ao soar vai esmorecendo doce e
solene.
Como num conto de encantar ela morreu
Um conto que ninguém ouvira e estava ainda
Em seu início.
Ela morreu Como morre o luar que da Lua desce
E o marinheiro da noite escura se arreceia.
Como um sonho doce ela morreu e ao sonhador veio
A tristeza.
Ela morreu Ao acordar sua beleza, Sem ela o Céu
Não fora o Céu. Ela morreu e assim o Sol
Na madrugada se vai erguer e apagar.
Evan Maccoll
A nuvem de beleza imensa que o sol inveja
E em glória se alevanta para roubar
A sua cor.
Ela morreu Como morre o clarão breve e fugaz da luz do Sol
Que a sombra persegue correndo veloz.
Não mais cai a chuva, a glória passou e ela morreu
Como o arco-íris.
Ela morreu Como morre a neve na praia caída à beira do mar
E a maré subindo, serena e lenta e sem piedade
E vai cobrindo sem nunca ver nem admirar
Sua brancura.
Ela morreu Como morre a voz da harpa que ao soar vai esmorecendo doce e
solene.
Como num conto de encantar ela morreu
Um conto que ninguém ouvira e estava ainda
Em seu início.
Ela morreu Como morre o luar que da Lua desce
E o marinheiro da noite escura se arreceia.
Como um sonho doce ela morreu e ao sonhador veio
A tristeza.
Ela morreu Ao acordar sua beleza, Sem ela o Céu
Não fora o Céu. Ela morreu e assim o Sol
Na madrugada se vai erguer e apagar.
Evan Maccoll
05/05/11
Ela...
The Irrepressibles | Mirror Mirror, 2010
"Uma tristeza sepulcral habita estes bosques.
Há um escasso feixe da distante luz solar que perfura o maciço das copas
e ilumina a terra. Como é profundo o silêncio. Interrompido apenas pelo sussurro
do vento inquieto ao passar por estes bosques velhos. Chega-nos ao ouvido
a estranha melodia feita aqui na morada selvagem." F.M.
19/04/11
07/02/11
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